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terça-feira, outubro 31, 2006

Sondagem TSF/DN

Se o referendo fosse hoje, o "sim" ganhava com 63 por cento, segundo a sondagem DN/TSF/Marktest. Votariam "não" 27 por cento dos eleitores - oito por cento afirmam, por agora, "não saber" e dois por cento não respondem.

O universo da sondagem, realizada nos passados dias 20 e 21 de Outubro, respondeu à mesma pergunta que irá ser colocada em referendo nacional, se o Presidente da República o decidir convocar: "Concorda ou não com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas dez primeiras semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?".
(...)
É entre os eleitores da faixa 35/54 anos que a despenalização do aborto tem mais apoiantes: 73 por cento, do total do universo do "sim". Segue-se o escalão 18-34 anos (69 por cento a favor). Entre os maiores de 55 anos, apesar de o "sim" ser maioritário (47 por cento), o "não" colhe mais apoiantes (38 por cento) que nas outras faixas etárias.

TSF / Diário de Notícias

sexta-feira, outubro 20, 2006

Maioria dos portugueses não vai votar

43% dos portugueses afirmam que não irão votar no referendo ao aborto, contra apenas 36% que dizem que vão fazê-lo. Uma tendência revelada por uma sondagem EXPRESSO-SIC-Renascença/Eurosondagem que, a confirmar-se nas urnas, significará que a consulta popular sobre a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez voltará a não ser vinculativa, tal como sucedeu em 1998. A chave está nas mãos dos 21% que ainda não decidiram se vão ou não exercer o seu direito de voto. Há oito anos, recorde-se, apenas votaram 33% dos inscritos nos cadernos eleitorais.

Da sondagem (realizada a 1033 entrevistados em Portugal continental, deixando de fora as ilhas – determinantes para a vitória do ‘não’ em 1998) conclui-se que, entre os que já decidiram que irão votar, o ‘sim’ leva uma ligeiríssima vantagem sobre o ‘não’: 45% contra 42%, numa altura em que 12% ainda não conseguiram optar por uma ou outra posição. A diferença entre 'sim' e 'não' aumenta para 4 pontos entre os que estão ainda a ponderar se saiem ou não de casa no dia do referendo: 52% contra 48%.

Sondagem insiste na vitória do SIM

PUBLICO.PT: "Se o referendo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez (IVG) até às dez semanas fosse hoje, o 'sim' ganharia com 72 por cento dos votos válidos, contra 28 por cento para o 'não'. Estes seriam os resultados finais da consulta popular, extrapolados a partir da sondagem feita pela Universidade Católica para o PÚBLICO, RTP e Antena 1.

Mas na sondagem, a intenção directa de voto para o 'sim' é de apenas 53 por cento, contra 21 por cento para o 'não' e 10 por cento de indecisos. A estes juntam-se ainda 16 por cento de eleitores que não tencionam ir votar."

quinta-feira, outubro 19, 2006

Sondagem dá vitória ao SIM

PortugalDiário: "Se o referendo ao aborto fosse hoje, o «sim» venceria abrindo caminho a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IGV) até às 10 semanas.

Esta é a principal conclusão a reter de uma sondagem publicada esta quinta-feira pelo Correio da Manhã, dia em que será votada no Parlamento a proposta de realização de uma nova consulta popular sobre a matéria.

Este estudo de opinião realizado pela Aximage revela que 47,9 por cento dos inquiridos são favoráveis à despenalização, deixando a oito pontos percentuais os defensores do «não», que representam 39,9 por cento. 12,2 por cento não têm opinião."